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A franco-marroquina Leila Slimani confirma participação na FLIP 2018
(08/03/2018)

A franco-marroquina Leila Slimani confirma participação na FLIP 2018

É o segundo nome internacional confirmado

Expoente da nova literatura francófona, a franco-marroquina Leïla Slimani é o quarto nome confirmado para a Flip 2018, que acontece de 25 a 29 de julho, em Paraty.  Slimani venceu em 2016 o prêmio Goncourt, o mais prestigioso de língua francesa, com Canção de Ninar, que sai agora no Brasil pelo selo Tusquets, da Planeta.  Após a láurea, mais de 600 mil exemplares foram vendidos somente na França, a obra teve os direitos negociados em pelo menos 36 países e já há previsão de chegar às telas.
 
Na Flip, Slimani vai falar de histórias de família, cultura árabe, erotismo, suspense e horror.  “É o segundo nome internacional que a Flip divulga e mais um do norte da África. André Aciman, divulgado na semana passada, é judeu nascido no Egito, Slimani é de origem árabe e vem do Marrocos. Os dois enfrentam com muita liberdade temas interditos”, diz Joselia Aguiar, curadora da Flip 2018.
 
A autora
Leïla Slimani nasceu em Rabat, no Marrocos, em 1981, e vive desde 17 anos em Paris. Atuou como jornalista e publicou o primeiro romance, Dans le Jardin de l’ogre, em 2014. O livro fez dela a primeira mulher a ganhar o prêmio La Mamounia, atribuído a escritores marroquinos em língua francesa. Foi a primeira vez também que uma mulher ganhou um premio literário no mundo árabe-muçulmano - e justamente com um romance erótico, sobre uma mulher - Adèle - que leva uma vida dupla, dividida entre o casamento com um cirurgião e uma série de encontros sexuais.
 
Seu segundo livro, Chanson douce, publicado no Brasil como Canção de ninar (Tusquets/Planeta), venceu em 2016 o Goncourt, o mais importante prêmio literário da França. O romance conta a história de um casal que passa a viver uma relação de interdependência com a babá, Louise, aparentemente perfeita - até o dia em que acontece uma tragédia: o assassinato de um dos filhos do casal.
 
A autora vê a literatura como um “espaço de liberdade”, no qual “pode escrever não como uma muçulmana ou secular, como uma marroquina ou francesa, mas como uma voz humana independente.”
  Na campanha eleitoral francesa de 2017, Slimani apoiou o atual presidente, Emmanuel Macron, e, hoje, atua como divulgadora da língua - e da cultura - francesa em nível internacional. Macron escolheu Slimani pelo fato de “representar uma face moderna da francofonia em um mundo multicultural”.




FONTE:
http://flip.org.br
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